A carregar
Telefone :
+351 22 317 68 99 (chamada para a rede fixa nacional)
Morada :
Rua Doutor Carlos Pires Felgueiras 98 - 4F, Cidade da Maia, 4470-146 Maia

Há empresas que mudam de logótipo quando aquilo de que realmente precisam é de clarificar a forma como se apresentam ao mercado. Outras começam por encomendar cartões de visita, um website ou uma embalagem, sem terem definido uma identidade capaz de ligar todos esses elementos. O resultado pode até funcionar isoladamente, mas dificilmente transmite uma imagem consistente.

O branding trata precisamente dessa coerência. Envolve as decisões que ajudam a definir o posicionamento de uma marca, a maneira como comunica e a forma como é reconhecida. O design gráfico dá expressão visual a muitas dessas decisões, do logótipo à embalagem, passando pelo catálogo, pelas redes sociais ou pela comunicação de um espaço comercial.

Para uma empresa que procura serviços de branding e design no Porto ou na Maia, a primeira escolha não deve ser uma cor, um tipo de letra ou um estilo gráfico. Deve ser perceber o que precisa de comunicar, a quem se dirige e como quer ser distinguida da concorrência.

Branding e design gráfico não são a mesma coisa

Os dois conceitos estão ligados, mas desempenham funções diferentes. O branding trabalha a identidade e a perceção da marca: aquilo que representa, a sua proposta de valor, a personalidade que transmite e o lugar que procura ocupar no mercado. O design transforma parte dessa estratégia em soluções visuais concretas.

Um logótipo é uma dessas soluções. É importante, mas não resolve sozinho a identidade de uma empresa. Uma marca também se reconhece pelas cores, pela tipografia, pelas imagens, pelo tom dos textos e pela forma como todos esses elementos se repetem nos diferentes pontos de contacto com o público.

É relativamente fácil criar uma imagem apelativa para uma publicação nas redes sociais. Mais difícil é conseguir que essa publicação, o website, uma brochura comercial e a fachada de uma loja pareçam pertencer à mesma marca. Esse é um dos objetivos de um projeto de identidade visual bem estruturado.

O que deve incluir um projeto de identidade visual?

O âmbito depende da dimensão da empresa e dos suportes de que necessita. Nem todos os projetos exigem o mesmo investimento ou o mesmo conjunto de peças. Ainda assim, existem decisões que convém tomar antes de iniciar a produção gráfica.

Nome, posicionamento e linguagem

Quando está em causa uma marca nova, o trabalho pode começar pelo naming, isto é, pela definição do nome. A escolha deve considerar a atividade, o público, a facilidade de utilização e a possibilidade de a marca se distinguir no seu mercado.

Também importa definir o posicionamento. Uma marca que procura afirmar-se pela especialização técnica não comunica necessariamente da mesma forma que outra centrada na proximidade ou na acessibilidade do preço. Essa diferença deve ser percetível na escrita e na imagem.

Antes de avançar com um nome, é aconselhável pesquisar a existência de marcas iguais ou semelhantes e avaliar o respetivo enquadramento legal. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) disponibiliza informação e ferramentas de pesquisa de marcas. A conceção gráfica não substitui o processo de registo nem garante, por si só, o direito de utilização exclusiva.

Logótipo e sistema visual

A identidade visual inclui habitualmente o logótipo e as suas variantes, uma paleta cromática, tipografias e regras de aplicação. Dependendo do projeto, pode integrar elementos gráficos complementares, iconografia, tratamento fotográfico ou orientações para comunicação digital.

O objetivo não é produzir um documento extenso apenas para o arquivo. É criar um sistema que possa ser utilizado sem perder legibilidade nem coerência, quer apareça no ecrã de um telemóvel, quer seja aplicado num veículo ou num suporte de grande formato.

Materiais de comunicação e aplicações

É nas aplicações que uma identidade visual enfrenta a realidade. Cartões, papel timbrado, assinaturas de email, catálogos, brochuras, rótulos, embalagens, sinalética e websites têm formatos e exigências diferentes.

Uma solução gráfica deve, por isso, ser pensada para os materiais que a empresa vai efetivamente utilizar. Um logótipo muito complexo pode perder leitura em dimensões reduzidas. Uma paleta de cores pouco controlada pode criar diferenças significativas entre materiais impressos e digitais. E um catálogo visualmente interessante pode falhar se não organizar a informação de forma clara para quem o consulta.

Quando vale a pena renovar a imagem de uma empresa?

Nem sempre a resposta passa por mudar tudo. Uma marca reconhecida pelo seu público pode beneficiar mais de uma atualização cuidada do que de uma transformação radical.

A necessidade de rever a identidade surge, por exemplo, quando uma empresa altera os seus serviços, passa a trabalhar para outros mercados ou sente que a imagem já não corresponde à qualidade e à dimensão da atividade. Também pode acontecer que, ao longo dos anos, tenham sido criados tantos materiais sem regras comuns que a comunicação se tornou inconsistente.

Nestas situações, é útil perceber primeiro o que deve ser preservado. Uma cor, um símbolo ou uma determinada linguagem podem ter valor para os clientes e justificar continuidade. Renovar uma marca não significa apagar a sua história.

Por outro lado, uma empresa em fase de lançamento pode precisar de um trabalho mais abrangente. Definir de início as bases da identidade tende a simplificar o desenvolvimento posterior de websites, apresentações comerciais, sinalética e campanhas.

Branding e design no Porto e na Maia: o que procurar numa agência?

O Porto e os concelhos da sua área metropolitana reúnem negócios com perfis muito diferentes, desde empresas industriais a projetos de comércio, serviços, cultura e tecnologia. Essa diversidade exige soluções próprias. Uma identidade para um fabricante com um catálogo técnico não responde às mesmas necessidades de uma marca de moda ou de uma empresa dirigida a clientes internacionais.

A proximidade de uma agência de branding na Maia ou no Porto pode facilitar reuniões, visitas às instalações e acompanhamento da produção de materiais. Mas a localização, por si só, não determina a qualidade do trabalho. O essencial é a capacidade de compreender o negócio e transformar essa informação numa solução que possa ser utilizada no dia a dia.

Ao avaliar uma agência ou um profissional de design, vale a pena observar o portefólio para além do aspeto dos logótipos. Que problemas foram resolvidos? Os projetos incluem apenas uma imagem de apresentação ou mostram a marca aplicada em suportes reais? Existe experiência com diferentes setores? E, sobretudo, o que está incluído na proposta: conceito, versões do logótipo, manual de normas, ficheiros finais e desenvolvimento de peças de comunicação?

Um bom briefing também ajuda a evitar equívocos. Quanto mais claras forem as necessidades da empresa, os públicos, os prazos e os suportes previstos, mais fácil será definir o trabalho a realizar.

MEDIA&MEIOS: projetos de branding e design para diferentes negócios

Com sede na Cidade da Maia, a MEDIA&MEIOS desenvolve projetos de branding, identidade corporativa e design de comunicação, além de serviços de marketing digital, produção audiovisual e comunicação empresarial. Esta ligação entre áreas permite acompanhar a imagem da marca em diferentes suportes, sem tratar cada peça como um trabalho desligado dos restantes.

Os exemplos apresentados no nosso portefólio de design mostram necessidades bastante distintas.

Nomad: do nome ao website

No projeto Nomad, ligado a serviços de apoio a estrangeiros que pretendem residir ou investir em Portugal, o trabalho apresentado inclui naming, identidade visual, design de economato e website. É um exemplo de uma marca cuja construção envolve vários pontos de contacto, desde a definição do nome até à sua utilização online.

G.Leal: design de comunicação para a indústria

A G.Leal, distribuidora de metais não ferrosos para a indústria, surge no portefólio da MEDIA&MEIOS com trabalhos de design de economato, design editorial, nomeadamente de catálogo, e fotografia. Num contexto comercial e técnico, a apresentação organizada dos produtos e da informação é tão importante como a componente estética.

Georgina Vieira: imagem aplicada à moda

Para Georgina Vieira, marca de roupa de senhora, o portefólio apresenta peças como cartões, catálogo, sacos e etiquetas. São materiais com utilizações distintas que devem funcionar em conjunto, mantendo a identidade reconhecível nos diferentes momentos de contacto com o cliente.

Vivo in Portogallo: comunicação para públicos internacionais

O projeto Vivo in Portogallo, associado a serviços imobiliários e de relocalização em Portugal dirigidos ao público italiano, inclui aplicações de design em materiais de marca e comunicação digital. É um exemplo de como a imagem também precisa de se adaptar aos públicos e canais utilizados por cada negócio.

Estes trabalhos não têm a mesma linguagem visual nem as mesmas aplicações. Têm, isso sim, uma preocupação em comum: adequar o design à atividade e às necessidades concretas de comunicação da marca.

Quanto custa criar uma identidade visual?

Não existe um preço único para um projeto de branding. Criar um logótipo com algumas aplicações básicas é diferente de desenvolver um nome, estudar alternativas gráficas, estabelecer normas de utilização e produzir um conjunto completo de materiais digitais e impressos.

O valor depende sobretudo do âmbito do trabalho, da pesquisa necessária, do número de aplicações, das revisões previstas e dos ficheiros a entregar. Uma proposta deve indicar claramente o que está incluído e quais os elementos que serão disponibilizados no final.

É também importante distinguir o custo da conceção do custo de produção. A criação de uma embalagem, por exemplo, pode não incluir a impressão. Da mesma forma, uma identidade visual não inclui necessariamente o desenvolvimento de um website ou o registo da marca.

Perguntas frequentes sobre branding e design

Qual é a diferença entre branding e identidade visual?

O branding abrange o posicionamento e a forma como uma marca é apresentada e percecionada. A identidade visual é a expressão gráfica dessa marca, incluindo logótipo, tipografia, cores e regras de aplicação.

O que inclui a criação de uma marca de raiz?

Pode incluir naming, definição de posicionamento, criação de logótipo e identidade visual, manual de normas e materiais de comunicação. O âmbito concreto deve ser definido de acordo com o negócio e com a proposta contratada.

Preciso de mudar o logótipo para modernizar a empresa?

Não necessariamente. Por vezes, é suficiente atualizar tipografias, melhorar aplicações ou organizar as regras de utilização existentes. A decisão deve considerar o reconhecimento que a marca já tem e os problemas que se pretendem resolver.

Como escolher uma agência de branding no Porto?

Analise trabalhos concretos, a capacidade de compreender o seu setor, os serviços incluídos na proposta e a qualidade dos materiais entregues. A proximidade geográfica pode ajudar, mas deve ser conjugada com a experiência e a adequação ao projeto.

A MEDIA&MEIOS desenvolve projetos de branding e design na Maia e no Porto?

Sim. A MEDIA&MEIOS tem sede na Cidade da Maia, na Área Metropolitana do Porto, e desenvolve projetos de branding, naming, identidade visual e design gráfico para empresas e instituições. O portefólio inclui trabalhos como Nomad, G.Leal, Georgina Vieira e Vivo in Portogallo.

A imagem da sua empresa está a comunicar o que devia?

Uma identidade visual não precisa de ser complicada. Precisa de fazer sentido para quem a utiliza e para quem a encontra. Se está a lançar uma marca, a rever a imagem da sua empresa ou a preparar novos materiais de comunicação, a MEDIA&MEIOS pode analisar o projeto e apresentar uma proposta adequada ao trabalho necessário.

Estamos na Rua Doutor Carlos Pires Felgueiras, 98, 4.º F, 4470-146 Cidade da Maia. Conheça o nosso portefólio ou entre em contacto com a MEDIA&MEIOS para falar sobre o seu projeto de branding e design.